Uma antropóloga em um comitê de ética em pesquisa social: um relato pessoal

Autores

  • Soraya Fleischer Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.18542/amazonica.v10i2.6512

Resumo

A implantação de uma regulamentação ética da pesquisa científica em dezenas de países nas últimas décadas configura um dos importantes passos na proteção dos sujeitos partícipes de pesquisas. No caso brasileiro, em 1996, o Ministério da Saúde inaugurou o Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), bem como um sistema de revisão ética que, pouco a pouco, se popularizou pelas universidades, hospitais e secretarias de saúde do país na forma de Comitês de Ética em Pesquisa (CEP). De 2009 a 2015, como antropóloga, participei de um CEP na Universidade de Brasília, como membro titular (vice coordenadora e coordenadora) e depois membro suplente. Aqui, pretendo resgatar essa experiência e lançar uma mirada crítica ao Sistema CEP/CONEP na expectativa de contribuir para avançá-lo, ainda que esse relato esteja circunscrito especificamente àquela época da cultura de revisão ética no país

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Publicado

2018-12-21

Edição

Seção

Dossiê